Fevereiro Roxo - Doença de Alzheimer

Saúde - Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026


Fevereiro Roxo - Doença de Alzheimer

Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas idosas. A causa é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada.

A doença evolui de forma única em cada pessoa, embora existam sintomas em comum, por exemplo, a perda de memória. Antes de se tornar totalmente aparente, a doença de Alzheimer pode se manter assintomática durante anos.

Muitas vezes, os primeiros sintomas são confundidos com processos normais de envelhecimento ou stress. No entanto, é muito importante esclarecer que nem todo esquecimento é necessariamente um sinal da doença. A frequência e a intensidade dos sintomas é que são determinantes.  Quando há suspeita de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos para confirmar o diagnóstico. 

Com o avançar da doença, surgem novos indícios tais como: confusão mental,irritabilidade, agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem e perda de memória em longo prazo; além da percepção dos amigos e familiares de que o paciente começa a se desligar da realidade. 

Apesar de termos notícias promissoras a respeito de avanços e pesquisas na área, a doença é incurável. O objetivo do tratamento é retardar a evolução e preservar por mais tempo possível as funções intelectuais.

Os melhores resultados são obtidos quando o tratamento é iniciado nas fases mais precoces, além disso, determinados medicamentos podem ajudar por um período, retardando a evolução da doença.

Nos casos de pessoas com doença de Alzheimer, os familiares, cuidadores e os profissionais da área da saúde envolvidos, devem discutir e decidir sobre a melhor estratégia a ser seguida, criando com isso um ambiente seguro e acolhedor.

Seguir hábitos diários estruturados, como tomar banho, comer e dormir estimulam as pessoas com doença de Alzheimer a lembrarem das coisas.

Uma rotina bem estabelecida ajuda as pessoas com Alzheimer a permanecerem orientadas e obterem uma sensação de segurança e de bem estar.

Atividades programadas regularmente podem ajudar as pessoas a se sentirem independentes, concentrando sua atenção em tarefas prazerosas ou úteis.

 

Empatia e paciência são chaves para lidar com indivíduos que têm a doença. Além disso, é essencial estar em constante diálogo com o médico assistente.

Procure orientações médicas, caso perceba alterações em você ou em seus familiares. Um diagnóstico precoce garante maior qualidade de vida e ameniza o agravo dos sintomas.

 

Texto: Letícia Hodecker, COREN SC  501595, Tec. enf. ISSBLU.

 

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