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Blumenau, quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
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Fevereiro Roxo - Doença de Alzheimer
Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas idosas. A causa é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada.
A doença evolui de forma única em cada pessoa, embora existam sintomas em comum, por exemplo, a perda de memória. Antes de se tornar totalmente aparente, a doença de Alzheimer pode se manter assintomática durante anos.
Muitas vezes, os primeiros sintomas são confundidos com processos normais de envelhecimento ou stress. No entanto, é muito importante esclarecer que nem todo esquecimento é necessariamente um sinal da doença. A frequência e a intensidade dos sintomas é que são determinantes. Quando há suspeita de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos para confirmar o diagnóstico.
Com o avançar da doença, surgem novos indícios tais como: confusão mental, irritabilidade, agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem e perda de memória em longo prazo; além da percepção dos amigos e familiares de que o paciente começa a se desligar da realidade.
Apesar de termos notícias promissoras a respeito de avanços e pesquisas na área, a doença é incurável. O objetivo do tratamento é retardar a evolução e preservar por mais tempo possível as funções intelectuais.
Os melhores resultados são obtidos quando o tratamento é iniciado nas fases mais precoces, além disso, determinados medicamentos podem ajudar por um período, retardando a evolução da doença.
Nos casos de pessoas com doença de Alzheimer, os familiares, cuidadores e os profissionais da área da saúde envolvidos, devem discutir e decidir sobre a melhor estratégia a ser seguida, criando com isso um ambiente seguro e acolhedor.
Seguir hábitos diários estruturados, como tomar banho, comer e dormir estimulam as pessoas com doença de Alzheimer a lembrarem das coisas.
Uma rotina bem estabelecida ajuda as pessoas com Alzheimer a permanecerem orientadas e obterem uma sensação de segurança e de bem estar.
Atividades programadas regularmente podem ajudar as pessoas a se sentirem independentes, concentrando sua atenção em tarefas prazerosas ou úteis.
Empatia e paciência são chaves para lidar com indivíduos que têm a doença. Além disso, é essencial estar em constante diálogo com o médico assistente.
Procure orientações médicas, caso perceba alterações em você ou em seus familiares. Um diagnóstico precoce garante maior qualidade de vida e ameniza o agravo dos sintomas.
